Atividade aula 1/Grupo 4: Propaganda no Brasil: A utilização de figuras publicas nos meios de comunicação
A primeira guerra mundial foi um período
histórico o qual abalou o mundo, inclusive o mundo das propagandas. No brasil
não foi diferente, neste período houve início da utilização de políticos e
personalidades para a divulgação de produtos, como “garotos propaganda).
(Nesta imagem
vemos o prefeito de São Paulo na época sendo cobiçado por possuir uma
Lambretta)
(Nesta outra
imagem, vemos um jogador famoso da época, Ademir, consumindo um cigarro
Lincoln)
Ao utilizar
pessoas do alto escalão social, fica muito mais fácil a persuasão do público em
geral, até porque, quem participava deste escalão não queria ser diferente, e
quem não, tinha a ambição de participar do mesmo.
Enquanto muitas pessoas
eram persuadidas, existia também quem era adverso a tudo isto.
(Primeira
capa da revista “O malho”)
No
mesmo período, a revista “O malho”, que possuía este nome pois eles realmente
“malhavam”, “chacoteavam” dos políticos. Era uma revista semanal, que durou 50
anos, e utilizavam de caricaturas em charges para expressar suas ideologias
políticas.
(Capa apresentando charge com caricaturas de Nilo Peçanha e
Campos Salles)
Durante
o período das propagandas políticas, ele teve dois donos, de 1910 a 1918 foi o
deputado Antônio Azeredo, que
causou um grande incomodo na câmara de deputados. A partir de 1918, a empresa
foi passada para Álvaro Moreira e J.Carlos, foi uma época em que a revista era
considerada uma das mais prestigiadas do Brasil.
(Charge publicada na
capa da revista O Malho de 14 de julho de 1906, aludindo a figuras públicas da
época)
Muitos anos após essas
utilizações de charges com figuras públicas para atrair o público, surge o
jornal O Pasquim.
O
jornal O Pasquim, se formou com
objetivo principal, difamar e se opor ao governo militar ditatorial que era
implantado na época, mais especificamente, em 1969, ano em que o Ato
Institucional 5 foi imposto.
Mas o
que significa “pasquim”?
A
palavra pasquim: do italiano paschino. Significa panfleto difamador, o que já
era uma afronta clara ao governo na época.
Esse
seminário alternativo em forma de jornal, nasceu com o intuito de ir contra o regime
militar, mas foi se politizando mais à medida que a repressão da ditadura
aumentava, passando então a ser o porta-voz da indignação social brasileira,
mesmo tendo como principal forma de protesto, charges e piadas.
(Charge de Ziraldo. Ame-o ou deixe-o.)
Alunos: Guilherme Borges, Murilo de Oliveira, Pedro Guedes, Pedro Pazini, Sérgio Franco.






Achei o Texto muito interessante principalmente no aspecto do uso de políticos nos meios de comunicação. Acho que vale acrescentar também, como figuras publicas utilizadas, os escritores e poetas.
ResponderExcluirBruna Berwanger
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