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Atividade 3/ grupo 01- entrevistas


    Aluno: Ryam Campos Moreira

      Para a entrevista, convidei meu pai, Tercio Moreira, que era adolescente na década de 80.Para ter um ambiente legal, o chamei para a sala e pedi que me falasse sobre uma propaganda que tinha marcado. De acordo com ele uma das propagandas que mais o marcou, foi uma do Guaraná antártica Em suas palavras:

“Gosto muito dessa propaganda, me lembra da época que me mudei do interior para Goiânia, naquele tempo ainda não trabalhava e não tínhamos muito dinheiro, mas lembro bem da sensação e da vontade que ficava de tomar Um Guaraná gelado e comer pipoca, era uma propaganda simples, mas muito eficaz, aquele jingle não sai da minha cabeça até hoje e sem dúvidas foi uma propaganda que não marcou só a mim, mas muitos da minha geração.”

Propaganda: https://www.youtube.com/watch?v=bk9AuR-0X9U


Entrevista

Entrevistadora: Isabela Sant’Anna Vilas Boas
Entrevistado: Fernando Moreira Vilas Boas,
nascido em 1970, porém só se lembrou da propaganda Kichute de 1980.

Isabela: Qual propaganda da década de 80 você lembra?
Fernando: Eu lembro da propaganda do tênis Kichute
Isabela: O que te marcou para lembrar da propaganda Kichute?
Fernando: Porque tinha uma pantera negra e tinha um menino que pulava as pedras, fazia parecer que você tinha mais poder.

3 das propagandas do tênis Kichute:


Ana Cristina
Como uma propaganda pode marcar a vida das pessoas
Nesta noite de 11 de abril de 2020 relembramos algumas propagandas que marcaram nossos familiares nas décadas de 50 até o fim da década de 90. A entrevistada da vez foi ninguém menos que minha avó Cleuza, uma senhora simples e guerreira que sempre trabalhou muito duro para cuidar de seus quatro filhos: Cícera, Luiz, Paulo e Cristina. A primeira televisão fora adquirida por volta dos anos 80 e trouxe muita alegria e diversão para a família, principalmente com as propagandas da época que utilizavam uma linguagem descontraída e/ou cômica.
A propaganda escolhida por minha avó fora a propaganda da marca “Faber Castell", vinculada em 1983 que trazia a música “Aquarela - Toquinho" que era interpretada por uma criança, disponível no link https://m.youtube.com/watch?v=mlzJd0xKubA.



Alguns dos fatores que marcaram essa propaganda na mente de minha vó eram: a alegria da representação da arte na vida de seus filhos e de poderem criar seus  destinos como uma aquarela repleta de cores. Outro fator era a falta de incentivo que recebera de seu pai em relação ao seus estudos, que segundo ela, sempre repetia “mulher só quer aprender a ler e a escrever para enviar carta para macho, filha minha tem que trabalhar e cuidar da casa", contudo, uma de suas grandes paixões era estudar e com a ajuda da mãe conseguiu frequentar a escola até a quarta-série, onde era de longe a aluna mais esforçada e dedicada, fator que era incrementado com sua memória fotográfica. Seus pais se mudavam bastante pois trabalhavam em roças, colhendo arroz e algodão e apesar dos esforços de sua mãe e professora, não pode voltar a estudar.

A vida que levamos nos faz refletir sobre o que queremos oferecer para quem amamos e carrego comigo seu desejo de continuar estudando e colorir o mundo de quem der.



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